sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Twitter nas discussões políticas regionais

Há quem diga que a internet terá um papel essencial nas próximas eleições. Há quem diga que esse discurso é afobado. Mesmo que o Brasil tenha os mais altos índices de horas de usuários na internet, será que eles (que ainda são poucos em comparação com a totalidade da população) farão a diferença na campanha?

A introdução enrolada é só para deixar algumas perguntas para que a gente possa refletir sobre um aspecto: o Twitter ganha cada vez mais espaço, até mesmo em locais tidos não muito avançados tecnologicamente. E porque o Twitter ganhou esta importância toda quando outros instrumentos foram tentados, mas não tão popularizados? Políticos fizeram perfis no Orkut, vídeos no YouTube, elaboraram blogs e nada foi tão incisivo quanto o "passarinho azul".

Uma das leituras para esse sucesso é o tamanho da mensagem: 140 caracteres não enjoa. Não dá pra fazer discurso político. Não tem como ser prolixo. Outra explicação seria a forma de se receber estas mensagens. Elas chegam direto ao usuário, quase como um e-mail. Não é necessário que o possível eleitor tenha que ir atrás das informações. A última razão (e mais interessante, no meu ponto de vista) é que defesas ou ataques políticos estão misturadas a outras mensagens, de qualquer tipo, de outros usuários, o que torna esta recepção mais "agradável".

Deve ser por isso que debates políticos tipicamente goianos, como a briga entre PP e PSDB e a CPI da Celg, migram com tanta facilidade para a esfera virtual, principalmente para o microblog. A questão é: isso estar

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